Viveiro de Mudas Floresta, produzimos mudas destinadas ao reflorestamento de áreas degradadas, mata ciliar e áreas de reserva legal, mudas nativas e mudas frutiferas, confira nossas espécies!

Mudas para reflorestamento temos cerca de 50 espécies de mudas nativas que variam de 0.20cm até 2.00mts, além de mudas no tubete, Mudas Florestais Nativas e Exoticas, Mudas Frutiferas, mudas para arborização urbana, áreas mineradas, confira nossas mudas!

Mudas de Canafistula
Arvores de Canafistula no Vaso para Plantio

Como somos produtores de mudas e arvores nativas temos como fonte didatica abaixo citada de um mestre em botanica de especies do Brasil.

 

Canafistula
Especificações Gerais


Familia: Caesalpinieae
Nome Científico: Peltophorum dubium(Spreng.) Taub.
Nomes Comuns: canafístula, acácia amarela, amendoim, amendoim bravo, amendoim falso, angico, angico amarelo, angico bravo, angico cangalha, angico vermelho, barbatimão, cabeça de negro, cambuí, camurça, canafiste, canafrista branca, canafrístula, cancença, canela de veado, canhafístula, caobi, cássia amarela, farinha seca, faveira, faveiro, favinha, guarucaia, ibirá, ibirá puitá, jacaranda de flor amarela, madeira nova, monjoleiro, pau vermelho, quebra serra, sobrasil, tamboril, tamboril branco, tamboril bravo, tambori.
Crescimento: árvore
Grupo Ecológico: oportunista
Ocorrência: floresta estacional semidecídual , cerrado , floresta estacional decidual
Distribuição Geográfica: AL BA ES GO MG MS PB PE PR RJ RS SC SE SP
Dispersão: anemocoria
Polinização: melitofilia
Floração: DEZ JAN FEV
Frutificação: MAR ABR

Utilização
Utilizada para: Construção 
Celulose 
Paisagismo 

Dados do Caule
Tipo de Copa: globosa
Densidade da Madeira: 0,69
Observações: Quando jovem, apresenta lenticelas abundantes.

Dados da Flor
Número de Pétalas: 5
Tamanho da Flor: 2
Cor: amarela
Estrutura: cacho
Tipo: Inflorescencia
Sexual: cacho
Observações: Corola vermelho vivo ou alaranjado, com até 2 cm de comprimento, em vistosas panículas ou racemos terminais ferrugíneos, tomentoasas, até 30 cm de comprimento.

Dados da Folha
Estrutura: paripinada
Tipo: Composta
Forma da Folha: oblonga
Tamanho da Folha: 22 x 50
Inserção: alterna
Consistência: coriácea
Contem: Estipulas
Nervação
Pilosidade
Observações: A nervação é nítida, saliente na face inferior, peninérvia e bastante ramificada. O cheiro é indistinto e o sabor levemente amargo. As folhas apresentam estípulas caducas. As folhas são de coloração verde-escura. Os folíolos apresentam ápice acuminado e base desigual.

Dados do Fruto
Tipo do Fruto: vagem
Estrutura: Seco
Cor do Fruto: marrom
Tamanho: 7
Deiscencia: não
Periodicidade: anual
Observações: Legume plano, com nervuras predominantemente no sentido longitudinal, com uma a três sementes por fruto no sentido longitudinal.

Dados sobre Pragas e Doenças
Descrição da Doença: As famílias de Lepdoptera, Saturnidae (Molippa sabina) e Geometridae, causaram desfolhamento total em povoamentos puros com menos de um ano de idade em plantios no sudoeste do Paraná. Os serradores cerambicídeos Oncideres ulcerosa e Oncideres dejani, também causaram danos em plantios.

Dados das Sementes
Cor da Semente: marrom
Tamanho: 1
Quantidade: 2
Observações: Sementes alongadas, duras, oblonga, achatada, com superfície lisa brilhante.

Técnicas em Viveiro
Beneficiamento: Os frutos devem ser colhidos quando mudarem de coloração verde escuro para marrom claro acinzentado.
Sementes por Kilo: 14700
Dormência: sim
Quebra da Dormência: As sementes apresentam forte dormência tegumentar que pode ser superada através de: a) escarificação mecânica por tempos de 2 a 5 minutos ou 30 minutos e escarificação com papel de lixa. b) o corte do tegumento na região oposta á da emergência da radícula ou do corte do tegumento na região radicular. c) imersão em ácido sulfúrico concentrado por tempos de 2 a 10 minutos, 20 minutos ou por 30 minutos. d) imersão em água ambiente por 24 horas. Tratamentos de imersão em água quente fora do aquecimento (70C a 95C) não são eficientes para superar a dormência. Em ambientes naturais, a quebra da dormência, é ocasionada pelo aumento repentino da temperatura do solo por ocasião da abertura de clareiras na floresta.
Quebra Natural: 82 meses
Quebra Câmara: 25 meses
Propagação: enxertia
Condução: pleno sol
Formação: a 30 cm em 5 meses
Tolerância: sim, 5 semanas após a germinação
Plantio: Apresenta crescimento rápido. Em espaçamento 3 x 2 m a média da porcentagem de plantas vivas foi de 85%.
Conservação: Muito ameaçada.

Bibliografia
CARVALHO, P.E.R. Espécies florestais brasileiras. Recomendações Silviculturais, potencialidades e uso da madeira. EMBRAPA-CNPF. Brasília. 1994. 640p.

ENGEL, V.L.; MORAIS, A.L. & POGGIANI, F. Guia de localização e reconhecimento das principais espécies arbóreas do Parque da Esalq. Relatório de Pesquisa. FEALQ. 1984.

LORENZI, H. Árvores brasileiras. Manual de Identificação e cultivo de plantas arbóreas nativas do Brasil. Nova Odessa. Ed. Plantarum. 1992. 352p.

http://www.ipef.br/identificacao/nativas/detalhes.asp?codigo=14

 

mudas nativas canafistula

Nome popular: Canafístula
Nome científico: Peltophorum dubium
Família: Fabaceae – Caesalpinioideae

A Canafístula está ameaçada de extinção no estado de São Paulo.

Nomes populares
Canafístula, farinha - seca, faveira, sobrasil, tamboril – bravo, guarucaia, ibirá-puitá.

Ocorrência
Ocorre no Brasil da Paraíba até o Rio Grande do Sul, nas formações florestais do complexo atlântico, e em Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso do Sul até o Paraná passando por São Paulo nas florestas estacionais semideciduais, geralmente em solos argilosos e profundos. É comum nas formações ribeirinhas.
Variação altitudinal: de 30 a 1.300 metros de altitude